As Mulheres das Tragédias Gregas: Poderosas?

As Mulheres das Tragédias Gregas: Poderosas?

Autor: Susana De Castro
Editora: Manole

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O protagonismo das mulheres na maioria das tragédias escritas na Grécia Antiga e que chegaram até os dias atuais é latente, e os títulos enunciam: As troianas, Electra, Medéia, As bacantes, Antígona, Eumênides… Esses dramas, porém, foram escritos por homens, dirigidos por homens, encenados por homens e, provavelmente, quem assistia à encenação das peças era o sexo masculino; afinal, a sociedade ateniense era androcêntrica. As mulheres eram consideradas “menores”, sem direitos políticos, sem direito à educação, à herança ou à propriedade. Então, qual era o poder das mulheres atenienses, que ocupavam papel central nesse gênero tão relevante da literatura grega? A filósofa Susana de Castro mergulhou em leituras e discussões a respeito do tema e analisou a importância das heroínas nas tragédias gregas. Com texto leve, claro e rico em informações históricas e mitológicas, oferece ao leitor sua interpretação de Ésquilo, Sófocles e Eurípedes e seus grandes estudiosos Aristóteles, Hegel e Schelling, elucidando a seu modo os questionamentos despertados pelo título da obra.

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